
1 Acolhida
2 Oração Inicial
3 Tema do Mês
Caminhemos sob o olhar de São José nosso Pai intercessor
“São José é o nosso advogado, o nosso patrocinador, aliás, nosso pai, e nós somos os seus clientes, os seus protegidos, seus filhos. Devemos por isso colocar nele toda a nossa confiança em todas as causas que tivermos com o Senhor. E sobretudo devemos confiar que Ele patrocine vitoriosamente a nossa causa última e decisiva, que é aquela de uma boa morte e de uma sentença benigna no tribunal de Deus”. [1] (São José Marello)
São José tem um poder ilimitado perante Deus e ama muito conceder-nos graças, sobretudo quando as pedimos com confiança. São José Marello resume esta verdade afirmando: “Se São José não concedesse graças, não seria mais São José”.
São José Marello nos motiva, também, a colocar em São José “toda a nossa confiança em todas as causas que tivermos com o Senhor” e explica dois importantes motivos pelos quais devemos confiar em São José. Ele nos ama como pai e ele tem um poder de intercessão ilimitado perante seu filho Jesus. Vejamos:
São José é nosso advogado no céu. Sobre a terra quem tem uma causa qualquer a sustentar no tribunal dirige-se, podendo, aos melhores advogados e quanto mais um advogado é famoso, tanto mais coloca nele sua confiança. Assim, se é permitida a comparação, São José é o nosso advogado, o nosso patrocinador, aliás, nosso pai, e nós somos os seus clientes, os seus protegidos, seus filhos. Devemos por isso colocar nele toda a nossa confiança em todas as causas que tivermos com o Senhor. [2] (São José Marello)
São José Marello nos motiva, também, a pedir a São José, não apenas as graças que precisamos para viver bem nesta primeira etapa de nossas vidas, mas também a maior graça pela qual São José quer noa ajudar a receber de Deus: a salvação e a vida eterna. Vejamos:
Devemos por isso colocar nele toda a nossa confiança em todas as causas que tivermos com o Senhor. E sobretudo devemos confiar que Ele patrocine vitoriosamente a nossa causa última e decisiva, que é aquela de uma boa morte e de uma sentença benigna no tribunal de Deus.
Alegremo-nos por sermos protegidos por São José, o qual é tão poderoso junto a Jesus, que não sabe negar-lhe nada. Jesus sobre esta terra somente deu tudo continuamente sem receber nada de ninguém; somente de Maria e de José recebeu tantos préstimos. Agora Ele gosta de retribuir no céu os serviços que recebeu na terra e por isso concede a São José tudo quanto ele pede. E São José, o qual não precisa de mais nada para si, pede e recebe para nós, que somos seus clientes afeiçoados e devotos. [3] (São José Marello)
Santa Teresa de Ávila, que experimentou por inúmeras vezes a bondade de São José para consigo, nos motiva a duas ações importantes em relação a São José. Em primeiro lugar, escolher a São José como advogado e patrono. A seguir, confiar-se a São José com fervor. Vejamos:
Tomei então por meu advogado e patrono o glorioso São José e a ele me confiei com fervor. Este meu pai e protetor me ajudou na necessidade em que me achava e em muitas outras mais graves, em que estava em jogo a minha honra e a salvação da minha alma. Vi claramente que a sua ajuda me foi sempre maior do que eu pudesse esperar. Não me lembro de ter jamais lhe rogado uma graça sem a ter imediatamente obtida. E é coisa que maravilha recordar os grandes favores que o Senhor me fez e os perigos de alma e corpo de que me livrou por intercessão deste santo bendito.
A outros santos parece que Deus concedeu socorrer-nos nesta ou naquela precisão, mas experimentei que a todas o glorioso São José estende o seu patrocínio. O Senhor quer assim nos mostrar que, tal como esteve sujeito a ele na terra, onde ele podia comandá-lo como pai adotivo, assim também no céu atende tudo o que ele pede. E assim reconheceram, por experiência, ainda outras pessoas que a meu conselho se recomendaram ao seu patrocínio. Muitos outros se tornaram recentemente seus devotos por terem experimentado esta verdade.” [4] (Santa Teresa de Ávila)
São João Paulo II, por sua vez, nos motiva a procurar em São José, não apenas um intercessor que nos ajuda a conseguir graças, mas conseguir a maior de todas as graças: amar verdadeiramente a Deus e colocar-se ao seu serviço. As graças recebidas devem ser uma motivação para um agradecimento sincero expresso no serviço a Jesus e aos interesses de Jesus. Vejamos:
É para mim uma alegria cumprir este dever pastoral, no intuito de que cresça em todos a devoção ao Patrono da Igreja universal e o amor ao Redentor, que ele serviu de maneira exemplar. Desta forma, todo o povo cristão não só recorrerá a São José com maior fervor e invocará confiadamente o seu patrocínio, mas também terá sempre diante dos olhos o seu modo humilde e amadurecido de servir e de “participar” na economia da salvação. [5] (São João Paulo II)
Nas estradas da vida, caminhemos sob o olhar de São José nosso Pai intercessor, e roguemos para que nos ajude na importante missão de realizarmos em nossas vidas aquilo que Deus quer de nós e a confiar que Deus sabe o que é melhor para nós e vem em nosso socorro com sua Divina Providência.
4 Reflexão e Partilha
Partilhar sobre as palavras de São José Marello e de São João Paulo II contidas nesta edição de Semente de Espiritualidade Josefina.
5 Compromisso do Mês
Renovar a consagração aos Santos Esposos José e Maria e exercitar-se em não apenas pedir-lhes graças materiais, mas a maior de todas as graças: a comunhão com Deus e a vida eterna.
6 Oração Final
[1] São José Marello, Bispo e Fundador.
[2] São José Marello, Bispo e Fundador.
[3] São José Marello, Bispo e Fundador.
[4] Santa Teresa de Ávila.
[5] São João Paulo II. Redemptoris Custos, 1.
